“Tolo Emocional”: Como Parar De Ser

Quem é um “tolo emocional”?

Um “tolo emocional” é qualquer indivíduo (homem ou mulher) que esteja a dar maior importância ao seu estado emocional, em vez de usar as suas faculdades lógicas. Alguém que segue o seu “coração”, acredita, sem dúvida, mas não levou a “cabeça” na viagem.

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Ser um “tolo emocional” pode criar muitos problemas porque, quando se tomam decisões com base apenas nas emoções, é fácil ignorar os próprios interesses pessoais. Serão principalmente outras pessoas que continuarão a beneficiar…

No entanto, quem aprendeu a não ser um “tolo emocional”, e entendeu a importância de analisar tudo e tomar decisões lógicas a respeito desses assuntos, são pessoas que continuam a ter sucesso e a progredir na vida como a conhecemos.

O que pode ser feito, então?

Assumir a responsabilidade pelas suas ações

Um tolo emocional continuará a “esbarrar-se” e, quando as coisas não saem bem, pode recolher-se num canto, chorar e comiserar-se. Isso pode ajudar o “tolo emocional” a lidar emocionalmente com as falhas que estarão a enfrentar todos os dias das suas vidas. Infelizmente, a menos que assumam a responsabilidade pelas suas ações e aprendam a gerir melhor as suas emoções, nenhuma real melhoria acontecerá.

No entanto, uma pessoa mais lógica adquiriu a prática de fazer balanços da sua vida e assim pode estabelecer objectivos para si mesma. Eles também terão pequenas metas que devem ser alcançadas em momentos específicos para garantir que permanecem no caminho certo rumo aos seus objetivos.

Manter as emoções para si mesmo

Neste campo, algumas pessoas são predadoras desonestas e, mesmo a um nível infantil, identificam rapidamente alguém que é um “tolo emocional”. Estas irão sempre explorar essas pessoas de todas as maneiras possíveis. Se algo não for feito para mudar as percepções do “tolo emocional”, esse indivíduo continuará a ser pisado para o resto da sua vida. É por isso que as pessoas que sabem que são “tolos emocionais” devem aprender a não demonstrar as suas emoções àqueles que as rodeiam. Chore-se na privacidade do quarto se realmente for preciso, mas nunca diante de outras pessoas. Muito importante.

Encontrar uma maneira de escapar

Quando se encontrar numa situação complexa em que sabe que poderá ter um colapso emocional, deverá fazer-se tudo o que estiver ao seu alcance para escapar dessa situação. Imediatamente mover-se para um lugar diferente, mesmo que seja apenas na sua imaginação.

Isto porque é preciso combater o estímulo negativo, que ameaça tomar conta da percepção. Pode por exemplo, numa situação social, visitar-se o WC apenas para conseguir uma pequena pausa.

Assim que as emoções acalmarem um pouco, poderá retornar, (e esperar que ninguém tenha notado). Controle emocional em vez de ser controlado por ele…

Um “tolo emocional” está sempre em desvantagem

Não apenas as pessoas emocionais são facilmente influenciadas pelo que acontece à sua volta, mas também acontece com frequência as outras pessoas perceberem quem e o que são! E é aqui que os problemas começam.

A maioria das pessoas acredita que um “tolo emocional” é um “saco de pancada”, porque, quando abordado da maneira certa, raramente consegue negar um pedido, por exemplo. Isto ocorre porque dizer não aos outros, ainda faz com que sintam que têm menos valor pessoal.

No ambiente competitivo de hoje, ser um “tolo emocional” torna tudo muito difícil, e todas as tentativas devem ser feitas para escapar deste labirinto.

Ser realista

Ser um “tolo emocional” não significa que alguém continue a castigar-se desnecessariamente. É totalmente desnecessário deixar-se levar por coisas pequenas, de pouca importância real e que não impactam negativamente as pessoas ou situações.

Simplesmente não faz sentido viver-se uma vida num lugar onde parece nunca haver libertação do impacto das emoções. 

É por isso que é preciso estabelecer algum padrão (metas emocionais, ferramentas de autocontrole emocional, manter um diário,etc…) e não se deixar levar por algo sobre o qual ninguém se importa, que tem pouco ou nenhum valor para si mesmo ou para outros.

Resumindo, ser um “tolo emocional” é uma escolha que pode não ter sido feita pela pessoa, mas é uma responsabilidade da pessoa.

E enquanto essa responsabilidade não é assumida, nada poderá mudar, e o sofrimento irá manter-se, a par de uma visão negativa da vida, das pessoas e de si mesmo.

A boa notícia é que tudo isso pode mudar.

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