Sobre o inconsciente em cada um de Nós…
O inconsciente…Carl Jung disse uma vez que…
“até tornares consciente o inconsciente, ele direcionará a tua vida e irás chamar-lhe Destino.”
E como o faz?
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Armazena recordações de forma cronológica e intemporal
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É o terreno das emoções
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Ordena as emoções na “linha do tempo”e nas “ gestalt”
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Reprime recordações com emoções negativas não solucionadas, como proteção
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Oferece possibilidade de racionalização a recordações reprimidas para libertação de emoções negativas
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Dirige o corpo (tem um mapa exato de todas as funções e da saúde perfeita), há quem considere isso uma função do “eu superior”
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Protege e mantém o corpo na sua integridade,
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O fim é crescer para tornar-se, segundo alguns, um ser da mais alta moral
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É escravo, obedece a ordens
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Controla e armazena todas as sensações, normais e também segundo alguns, telepáticas, e oferece-as ao consciente
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Cria, transforma, conduz e espalha “energia”
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Reage a partir do instinto, intuição e hábito
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Precisa de repetição para planos a longo prazo
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Está programado para procurar incessantemente mais possibilidades, há sempre mais por descobrir
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Funciona da melhor forma como totalidade, não precisa de “partes” para funcionar
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Utiliza símbolos e reage através de símbolos
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Assume tudo de forma pessoal
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Trabalha sob o princípio da resistência mínima
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Não é capaz de integrar ou trabalhar com negações
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Tudo está direccionado para que se torne (de novo) uma unidade e totalidade em nós

Se imaginarmos a nossa Consciência como um icebergue…
percebemos que aquilo que está visível (consciente) é apenas uma pequena parte de algo muito maior, muito mais profundo e muito mais impactante (inconsciente).
Quando tomamos consciência disto, podemos começar a sair da resposta imediata aos estímulos exteriores e estarmos mais cientes de que existe um espaço de reflexão a ser feito antes de qualquer reação, resposta ou decisão a ser tomada.
E devemos isso a nós mesmos, para sermos mais congruentes e mais capazes.
Definitivamente uma das razões mais válidas para se fazer “desenvolvimento pessoal” é esta. Saber aquilo que “não se sabia que não se sabia”.
Deixo um convite para começar por aqui: